Estou grávida! Posso fazer exercícios físicos?

A gestação é um período em que algumas mulheres acabam deixando de fazer atividades físicas. Tudo isso por medo de se machucar ou machucar o bebê. Mas você sabia que é muito importante que gestantes continuem praticando exercícios?

Praticar atividades físicas pelo menos meia hora por dia pode ser benéfico para muitas questões. Algumas delas são:

  • Prevenção de sobrepeso;
  • Prevenção da diabetes gestacional,
  • Prevenção da pré-eclâmpsia;
  • Diminuição das dores no corpo;
  • Prevenção da hipertensão.

É claro que o ideal é sempre realizar essas atividades acompanhada de profissionais e ginecologistas para gravidez. Isso, porque cada mulher tem um tipo de corpo e organismo. Assim, a segurança, a saúde e o bem-estar são prioridades.

Tipos de atividades para gestantes

São diversas as possibilidades para as grávidas que desejam praticar exercícios físicos. Na verdade, quase não existe contraindicação, desde que tudo seja acompanhado por profissionais. Vamos citar aqui quatro exercícios que trazem muitos benefícios durante a gestação.

1. Pilates

Quando se fala em exercícios na gravidez, o curso de pilates é um dos primeiros a ser lembrado. Ele é um tipo de exercício indicado para todas as idades e tipos de pessoas.

O pilates ajuda a fortalecer e alongar os músculos de maneira suave, o que não prejudica nem a mãe e nem o bebê.

Esse fortalecimento inclui o assoalho pélvico, que é composto por músculos que sustentam órgãos como o útero e a bexiga. Dessa forma, o próprio parto normal também é facilitado.

É claro que o ideal é pegar leve nos aparelhos de pilates, principalmente após o terceiro mês. Porém, é possível praticar esse exercício durante toda a gravidez.

2. Hidroginástica

A hidroginástica é outro tipo de exercício muito indicado para grávidas. Ela pode ser feita em grupo ou de maneira particular. Hoje, existem aulas de hidroginástica até mesmo em casa, para quem tem piscina 4000 litros ou mais.

Além de fortalecer os músculos, essa atividade também proporciona relaxamento e melhorias cardiovasculares. Isso, porque a água proporciona uma sensação maior de leveza, reduzindo o peso da barriga e facilitando os exercícios.

Mas cuidado: é muito importante, também que a gestante frequente locais onde a manutenção das piscinas seja feita de maneira frequente e o algicida bactericida seja aplicado de tempos em tempos.

Isso evita problemas e até doenças, já que o algicida é um poderoso produto para eliminar germes.

3. Alongamento

O alongamento é um tipo de exercício que, assim como o pilates, é indicado para todos os tipos de pessoas. Sua função é promover o relaxamento dos músculos e tornar o corpo mais alongado.

Isso é fundamental para as gestantes, que muitas vezes sentem dores e problemas causados pelo aumento de peso.

Assim como em todas as outras atividades, o ideal é respeitar o limite do corpo. Isso deve ser aplicado, principalmente, no terceiro trimestre de gravidez, já que é quando os músculos da mulher começam a estar mais relaxados.

4. Ioga

A ioga é um exercício que trabalha postura, mente e respiração. Isso melhora a postura, diminui dores e ainda fortalece os músculos. De quebra, praticar ioga ainda diminui a ansiedade, tão presente no período da gravidez.

Outros cuidados na gestação

Não são só os exercícios físicos que precisam ser levados em conta no momento da gestação. Existem diversos outros cuidados que precisam ser feitos, desde o exame de gravidez até uma alimentação regrada.

Aliás, uma boa dica é cuidar dos desejos durante a gestação. “Comer por dois” é um mito. É claro que o aumento da fome e das necessidades de nutrientes é verdade, mas é preciso ingerir os alimentos corretos.

Por exemplo: é preciso evitar o sódio, o sal e os alimentos crus. Procurar nutricionistas é a melhor escolha.

Outro cuidado que algumas mulheres esquecem é a hidratação corporal. Isso vai evitar estrias e outros problemas com a pele, que acaba se esticando muito mais do que o normal e de maneira mais rápida.

O acompanhamento médico de todos os meses é fundamental. Na verdade, apenas o especialista poderá dizer o que é indicado ou não, dependendo da necessidade de cada bebê e cada corpo.

Evite se medicar sozinha e aderir a dicas passadas de pai para filho. Cada um é um ser diferente, que tem necessidades diferentes e que precisa ser analisado, examinado e tratado de forma diferente.

Tudo isso é importante tanto para a mãe quanto para o bebê.

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