Instrumentos cirúrgicos e seus cuidados

No Brasil e no mundo, a população, de modo geral, está envelhecendo. Na prática, isso significa que o contingente de idosos deve aumentar, enquanto que a quantidade de jovens tende a diminuir. Esse aspecto traz uma série de consequências à sociedade.

Entre todas elas, uma das principais preocupações é a atenção à saúde da população. Afinal de contas, à medida que uma pessoa envelhece, mais o seu corpo se debilita.

Isso, por sua vez, faz com que ela dependa cada vez mais dos serviços de profissionais da área, tais como:

  • Médicos;

  • Enfermeiros;

  • Fisioterapeutas;

  • Psicólogos.

Por esse motivo, muitas pessoas que sonham em abrir um negócio consideram investir na área da saúde. Para elas, trata-se de um ramo com alta procura, o que aumenta as chances de sucesso.

Apesar de isso realmente ser verdade, é preciso ter em mente que esse segmento exige alguns cuidados especiais. Entre eles está a manutenção dos equipamentos clínicos, desde o tampão nasal até os monitores de frequência cardíaca, em bom estado. Do contrário, a atenção ao paciente ficará prejudicada.

Quer aprender mais sobre isso? Então continue lendo e confira algumas dicas para manter os aparatos da sua clínica em bom estado.

  1. Compre equipamentos de qualidade

Por mais que a maneira como as máquinas são usadas interfira em sua vida útil, os cuidados para que isso aconteça começam antes, com a aquisição de objetos de qualidade. Afinal, de nada adianta manter um monitor de paciente em bom estado se o item em si for de má qualidade.

Para garantir que os equipamentos usados pelos profissionais de sua clínica sejam de qualidade, é preciso pesquisar.

Seja por meio da internet ou de pessoas que já compraram itens do tipo recentemente, isso permitirá saber quais são os melhores fabricantes e fornecedores do mercado, seja para comprar uma simples seringa ou um cardioversor desfibrilador.

  1. Proporcione boas condições para o seu funcionamento

Do mesmo modo, é preciso ter em mente que, por melhor que seja a qualidade do objeto em questão, ele não funcionará bem se o local em que eles estão instalados não tiver um padrão mínimo de qualidade.

Como boa parte deles opera usando a eletricidade como fonte de energia, isso significa que a estrutura de distribuição elétrica da clínica precisa ser impecável.

Nesse caso, recomenda-se a ajuda de profissionais, como um engenheiro eletricista. Ele será capaz de avaliar o consumo dos equipamentos usados para, em seguida, projetar um sistema que os alimente de forma eficiente e segura.

Vale ressaltar que, além disso, é muito importante que o seu estabelecimento conte com um gerador. Assim, em caso de interrupções na distribuição de eletricidade, equipamentos críticos, como o monitor de sinais vitais, continuam funcionando. Consequentemente, os pacientes continuam sendo monitorados.

  1. Invista em manutenção preventiva

De acordo com especialistas na área, o empresariado brasileiro ainda não abraçou a cultura da prevenção. Na prática, isso significa que os empreendedores do país só resolvem problemas quando eles se tornam aparentes, ou quando não há mais como evitá-los.

Apesar disso, essa é uma atitude que não é admitida no setor da saúde: isso porque uma falha pode ser fatal.

Por esse motivo, é fundamental que todo o maquinário passe por manutenções preventivas. Na prática, isso significa que seus componentes são vistoriados periodicamente, independentemente de apresentarem sinais de defeitos ou não; em caso afirmativo, eles são enviados para reparos.

No caso do conserto de bisturi elétrico, por exemplo, o serviço é feito por um especialista, de modo a se obter melhores resultados.

  1. Tenha cuidado no transporte

Por mais que clínicas e hospitais usem uma série de equipamentos grandes e pesados em seus trabalhos cotidianos, alguns dos itens empregados por ela também são leves e, consequentemente, fáceis de mover. É o caso, por exemplo, do monitor cardíaco hospitalar: como o paciente jamais pode ser desconectado dele, há a possibilidade de levá-lo de um lugar ao outro.

Isso, contudo, não significa que não seja preciso tomar alguns cuidados no processo. Afinal de contas, um transporte que não é cuidadoso pode causar acidentes, como quedas ou até mesmo o contato com líquidos, inviabilizando o funcionamento do aparato, e, consequentemente, gerando um prejuízo financeiro considerável.

Portanto, é preciso ter em mente que, ao mover equipamentos hospitalares, todo cuidado é pouco.

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