Como tratar um dependente químico após sair da clínica de reabilitação?

Tomar a decisão de internar um dependente químico em uma reabilitação e recuperação clínica não é uma tarefa fácil, porém é a melhor opção, pois sabemos os riscos que o vício pode provocar na vida da pessoa e também da família.

Ao procurar por uma clínica de reabilitação, você precisará prestar atenção a alguns fatores importantes. 

Existem alguns exemplos de infraestrutura, além dos serviços que estão disponíveis, para ter uma noção do tipo de tratamento que será realizado naquele ambiente.

Falando em tratamento, conheça a clínica chamada tratamento álcool e drogas, que pode te ajudar com clínica de recuperação de drogas.

Qual o papel de uma clínica de reabilitação?

As clínicas de reabilitação tem como objetivo garantir um melhor ambiente de vida na sociedade e proporcionar um melhor tratamento para a dependência química.

O tratamento clínico em reabilitação tem o papel de promover a abstinência de dependentes químicos, dar o suporte tanto psicológico quanto físico que o paciente necessita para ser reintegrado à sociedade.

O primeiro passo do tratamento é a avaliação médica, nesta etapa, os profissionais examinarão se há alguma lesão física, mental ou doença causada pelo uso excessivo de drogas.

O próximo passo é o processo de desintoxicação do organismo, no qual o paciente passa por uma limpeza para se livrar das substâncias nocivas que prejudicam o corpo e a alma. 

Esta etapa começa com crises de recessão que exigem atendimento especializado e apoio de profissionais.

A última etapa é a abstinência, onde o paciente recebe alta e é encaminhado para um ambiente mais isolado de tudo. 

Lá, a psicoterapia intensiva pessoal e de grupo começa a aumentar a cognição e as mudanças internas no estilo de vida.

Um bom exemplo foi em São Paulo, que contrataram uma clínica de recuperação gratuita em Sorocaba e pode te ajudar.

Afinal, como lidar com o retorno de um dependente químico para casa após sair de uma clínica de reabilitação?

Esse momento é mais delicado, mas também é fonte de aprendizado e fortalecimento de vínculos. 

Aqui estão algumas dicas sobre como lidar com esse grande desafio.

  • Entenda o grau de dependência

Compreender o vício é um passo importante para entender a dificuldade que uma pessoa encontra em relação ao desejo de consumir uma substância psicoativa. 

A outra é uma forma de resistência, que incorre na necessidade de acesso à medicação por parte da família. 

  • Estabeleça uma rotina

O hábito é a fonte da organização não apenas no sentido prático, mas também no mental. 

Uma pessoa com dependência química ao voltar para casa está procurando um equilíbrio e uma organização que foi perdida.

  • Crie rituais familiares

Os rituais familiares são experiências muito úteis onde o diálogo pode fortalecer e restabelecer vínculos. 

Comer juntos, passeios, cinema e até jogos podem ser compartilhados, mas é fundamental ressaltar que a participação deve ser espontânea. 

Isso não pode ser forçado, porque assim geraria um relacionamento negativo ou conflito.

  • Tornar a família mais protetora

A proteção é um ambiente onde a pessoa se sente segura, acolhida e proporciona aprendizado, e desenvolvimento saudável e qualidade de vida para todos os seus membros.

  • Cuidado com a co-dependência

Uma família com dependência química pode apresentar um nível particular de co-dependência emocional em um ou mais membros. 

Esse tipo de comportamento é caracterizado por uma inclinação coercitiva à dedicação e ao tratamento do paciente, com dependência química, ações moderadoras e não autocuidado.

  • Encoraje-o para que possa fazer novas amizades e laços

Certas amizades, situações e relacionamentos podem ser potencialmente problemáticos no sentido de estarem relacionados a fatores que estimulam o retorno ao uso de drogas. 

Portanto, faça novas amizades, pessoas que não têm os mesmo hábitos de consumir alguma substância química.

  • Nunca use um tom agressivo

Uma ação agressiva pode desencadear uma reação muito negativa. 

Uma pessoa com dependência química pode se tornar uma pessoa violenta e até mesmo iniciar uma agressão física. 

Portanto, estabeleça limites.

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